As sacolas de plástico devem ser substituídas?

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As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Mensagem  Andre Pinho em Qua 22 Jul 2009, 06:57

Fonte: Revista da Semana - 15/10/2007

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.

Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto abaixo.



O motivo: o plástico polui - e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM QUE SIM

As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.
No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.
Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.
No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.
Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.
A Casa Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta Mercantil.
Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.
"O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO

A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.
Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".
Os fabricantes lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.
Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.
O projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo governador José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.
"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à Folha de S.Paulo.
Nem Inglaterra nem Canadá, países que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?
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Re: As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Mensagem  Rapharc em Qua 22 Jul 2009, 17:05

Nesta mesma linha não sei se todos já sabem, mas o Brasil já tem o 1° supermercado ecólogico.


O Grupo Pão de Açúcar inaugurou, na Semana do Meio Ambiente, o primeiro supermercado “verde” da América Latina. A iniciativa é fruto de um investimento de R$ 7,5 milhões e está alinhada a outros projetos da rede que incentivam a prática de consumo sustentável.

Localizado em Indaiatuba, o novo espaço com cerca de 1.600 m² de área abrigará novas práticas de responsabilidade sócio-ambiental, além de projetos de sustentabilidade, como ações de estímulo à reciclagem e ao consumo consciente e outras de redução de consumo de água e energia elétrica. Também será oferecida maior oferta de produtos orgânicos e naturais. Os carrinhos de compra são leves, feitos de plástico reciclável, e foram importados da Itália.

“Informação, instalações, operação, produtos e completos processos de reciclagem e aproveitamento de resíduos, são algumas das ferramentas escolhidas para envolvermos fornecedores e consumidores acerca de conceitos e práticas de consumo sustentável”, declara José Roberto Tambasco, vice-presidente comercial e de operações do Grupo Pão de Açúcar.

Para selecionar os colaboradores da nova loja, a empresa buscou pessoas que já tivessem vivenciado experiências, como o voluntariado, ou que, durante as entrevistas, mostrassem interesse pela causa. Os 110 funcionários da loja receberam treinamentos específicos que dizem respeito a questões sócio-ambientais, não só relacionadas a varejo, como num contexto geral.

Viva os Orgânicos

Assim como em qualquer loja da rede Pão de Açúcar, o consumidor encontrará um mix de 20 mil produtos. Porém, dentro deste mix, o volume de produtos orgânicos e naturais foi ampliado em quase 50% (de 400 produtos em lojas normais para 750 produtos no supermercado verde). Os produtos vão desde cafés orgânicos até pães produzidos com farinhas orgânicas. São mais de duzentas opções disponíveis na loja: frutas, verduras, legumes, sucos, cafés, vinhos, cachaça, azeites, geléias, açúcar, arroz, chás, molho de tomate, lentilhas, purê de maça, farinha, feijão, xampus, condicionadores, cremes e muito mais.

Para oferecer uma ampla linha de alimentos saudáveis, por seis meses, um grupo de profissionais da área comercial dedicou-se ao desenvolvimento de novos fornecedores e produtos. O resultado é um mix de frutas, legumes e verduras, convencionais e orgânicos, entregues diretamente na loja por produtores da região gerando menor impacto ambiental e produtos com maior frescor e qualidade. Na linha de sustentáveis, os destaques são a água carbono neutro de Petrópolis e a carne de terneiro Taeq, ambos lançamentos.

Na linha de comércio solidário, o programa Caras do Brasil, estará com sua linha completa com mais de 200 produtos disponíveis na loja verde do Pão de Açúcar. São alimentos produzidos artesanalmente como mel, geléias, cafés, granola, melado orgânico, bala de banana, entre outros, e objetos de decoração – fantoches, tapetes, jogos americanos, fruteiras, sousplat - provenientes de87 comunidades de várias regiões do Brasil.

A padaria da loja verde terá pães artesanais e de fabricação própria, doces, bolos, confeitados, tortas, doces, e folhados importados da França. No destaque, pães com farinha orgânica, integral, de frutas secas, multicereais, de centeio, de soja e girassol.

A seção de frios e laticínios conta com um amplo espaço para produtos a base de soja, linha saudável, diet, light e funcionais. O cliente também irá encontrar manteiga e iogurtes orgânicos, queijos artesanais e com procedência de várias regiões do mundo: Portugal, Espanha, Itália, França, Suíça, Inglaterra e Holanda.

No açougue, o consumidor encontrará carnes certificadas de animais que recebem alimentação sem hormônios de crescimento e produzidas sem agrotóxicos ou adubos químicos.

Na seção de bebidas, são mais de 600 rótulos de vinhos, incluindo os orgânicos. Há também oferta de cachaça orgânica e sucos que são produzidos sem utilização de fertilizantes químicos.

Na perfumaria, produtos 100% naturais e orgânicos de marcas como L´Occitane, Vyvedas, Granado, Weleda e Ikove estão no portifólio. Da L´Occitane, sabonetes, creme de ducha, leite corporal, cremes para as mãos e para os pés, condicionadores e xampus, gel, desodorantes, pós-barba das linhas Verbena, Lavanda, Amêndoa, Mercador, Masculina, Aromacologia, Karité. Da Vyvedas, as opções naturais vêm em barras de sabonete de capim santo e limão, condicionadores e xampus de cupuaçu e de abacate, loção de buriti, entre outros. A Ikove, pela primeira vez, traz sua linha de orgânicos para um supermercado. São xampus, condicionares e cremes, feitas com ativos da biodiversidade brasileira e certificados pela Ecocert da França.


Espaços Especiais

Em uma área de 380m², o Pão de Açúcar Indaiatuba reúne serviços diferenciados de rotisserie, sushi bar, pizzaria, frutaria, sorveteria e o espaço café.

Na rotisserie, o cardápio inclui as linhas orgânica e vegetariana. O menu, elaborado pela chef Mariana Seabra, inclui todo dia uma opção verde e conta com um cardápio variado. Além disso, há a fabricação diária de 6 tipos de massas frescas e secas, recheada com carne e nozes, mussarela de búfala, alho poró e parmesão, além de nhoque de mandioquinha e batata.

Na pizzaria, opções em pizzas e paninis com massa integral e os Smothies, uma combinação de polpa de frutas orgânicas, frutas, sorvetes ou iogurtes light em várias versões.

No Espaço Café, as bebidas são servidas em xícaras do projeto Hope Cups, do Instituto Rodrigo Mendes, instituição comprometida com a construção de uma sociedade inclusiva por meio da arte. As “xícaras da esperança”, como são chamadas as louças pintadas pelos alunos do instituto, também serão comercializadas pela rede nas linhas Sunrise, Abstratos e Contrastes.

Reduzir, reutilizar e reciclar

A preocupação com a preservação do meio ambiente no supermercado já é uma realidade com a adoção de iniciativas como a de venda de sacolas retornáveis ou da venda de produtos orgânicos. Entretanto, o novo “Supermercado Verde” vai além: suas ações apóiam-se nos preceitos de reduzir, reutilizar e reciclar. Para isso, desde a concepção do projeto de construção foram adotados mais de 40 critérios, dentre os 50 exigidos por organismos internacionais para a conquista da certificação.

Entre as ações adotadas no projeto, está a utilização de fontes renováveis de energia, reflorestamento do terreno e estacionamento com grama, que permite a absorção de água pela terra, além de ações que parecem simples, como o estacionamento exclusivo para carros que utilizam biocombustíveis e também para bicicletas, o que incentiva as pessoas a irem ao supermercado sem utilizar o carro e assim, reduzir o consumo de combustíveis. A vegetação nativa está preservada e o supermercado tem aproveitamento da luz natural e utilização de madeira de reflorestamento. Todos os balcões de congelados têm fluidos que não agridem a camada de ozônio.

Mas não é somente a construção do prédio e adaptação dos equipamentos para seu funcionamento que foram pensados de forma a reduzir o impacto negativo do consumo ao meio ambiente. A obra, toda adaptada para conquistar a certificação Leed, foi pensada para diminuir o impacto do negócio ao meio ambiente. "Desde sua construção até seu funcionamento será diferenciado", "Até o caminhão que sai da construção tem suas rodas lavadas para não sujar as ruas. E essa água é reutilizada para produzir o cimento", exemplifica João Edson Gravata , diretor de operações da rede Pão de Açúcar.

Para informar o cliente sobre reciclagem, o Grupo Pão de Açúcar lança um Selo Corporativo. Todas as embalagens de marcas exclusivas e suprimentos recebem o Selo que informa sobre a possibilidade da reciclagem e ainda orienta sobre o material que a embalagem é feita: plástico, papel, vidro ou alumínio. Para facilitar o processo, o descarte do material pode ser feito na própria loja, na Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever.


Reciclagem de Resíduos Orgânicos e Sólidos

Após oito anos desde a instalação da primeira Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever, este programa já registra a marca de 25.000.000 quilos de resíduos arrecadados. Atualmente, são arrecadadas cerca de 500 toneladas por mês somadas todas as 94 lojas participantes do projeto em todo o Brasil. Seguindo o pioneirismo do projeto, na loja verde do Pão de Açúcar, mais novidades: é a primeira estação confeccionada em material 100% reciclado e reciclável. Os clientes também poderão descartar pilhas e baterias no equipamento especialmente desenhado para recebimento desse material.

Além da facilidade para depósito de materiais pós-consumo, os clientes que quiserem optar pela reciclagem pré-consumo podem deixar as embalagens de papel e plástico adquiridas na loja no próprio caixa, no ato da compra. É o projeto Caixa Verde, lançado pela rede no início deste ano, já disponível em 7 lojas e que em Indaiatuba estará disponível em 04 check-outs.

E não são só os consumidores que estarão envolvidos na cruzada lixo zero. Na loja, entre os treinamentos recebidos pelos colaboradores, está o de separação do lixo, cuja meta é reciclar 90% de todo resíduo gerado no processo operacional, incluindo material orgânico. A empresa responsável é a GMV Recycle. O lixo orgânico é reaproveitado para a ração animal, a sucata da madeira, de caixas e paletes, para elaboração de móveis e o restante - papelão e plástico - vai para reciclagem. O próximo passo é utilizar a biomassa do lixo, ou seja, o descarte, para produzir energia e consequentemente, gerar créditos de carbono.

Embalagens ecológicas e redução das plásticas

A rede Pão de Açúcar oferece há três anos as sacolas retornáveis como alternativa às embalagens plásticas. Mantendo seu posicionamento em sustentabilidade no varejo, a empresa reforça o seu portfólio de opções e lança uma nova ecobag, 100% algodão e com a frase: “eu sou uma sacola verde”. Somadas às versões da SOS Mata Atlântica e as confeccionadas em ráfia, a rede oferece dez opções diferentes de ecobags dimensionadas para diferentes momentos de compra. Desde o lançamento do projeto de sacolas retornáveis, já foram comercializadas mais de 180.000 em todo o Brasil.

Além do incentivo para o uso de meios alternativos de embalagens, os consumidores também têm à sua disposição as sacolas plásticas, mas que terão uma nova versão na loja verde: 100% reciclável, com textura mais grossa que as tradicionais e produzidas em 3 camadas: 25% material virgem – externo -, 50% reprocessado (reciclado), no recheio - e 25% virgem – na área de contato com os alimentos. Mais resistente, o novo modelo de sacola plástica pode ser reutilizada e inibe anda o uso de duas ou mais embalagens no transporte das mercadorias.

Ainda na linha da redução da demanda por plásticos, estarão disponíveis nessas unidades as caixas de papelão, sacolas kraft e saquinhos de papel, com certificação FSC (Forest Stewardship Council/Conselho de Manejo Florestal), garantindo que o papel utilizado na embalagem é obtido de reflorestamento.

Nas embalagens de produtos para venda, outra inovação: a fécula de mandioca é matéria prima para uma bandeja em substituição ao isopor. A novidade é ecológica, biodegradável, usada exclusivamente para produtos secos e com casca. Por uma necessidade técnica, os demais itens continuam com a embalagem de isopor reciclável, com o devido selo informativo alertando para a possibilidade de reciclagem.

Por que Indaiatuba?

A cidade foi escolhida a dedo, afirma a direção de operações da rede. Indaiatuba acaba de ganhar a certificação de Parceiro da Paz e de Sustentabilidade no Brasil pelo IGWC - International Global Water Coalition. Além disso, o grupo já possuía um terreno na cidade e tinha a decisão estratégica de abrir uma segunda loja. A direção da rede afirma que Indaiatuba tem uma população mais consciente, se comparado a outras cidades, e também mais abonada: a renda média das pessoas é maior que a de outras localidades do estado.

Indaiatuba é também uma das três cidades do País que mais tem bicicletas, ao lado de Rio Claro (SP) e Joinville (SC). No novo Pão de Açúcar Verde há um bicicletário, que, além de estimular as pessoas a deixarem o carro em casa, atende ao costume da cidade.

“Para nós, termos uma Loja Verde do Pão de Açúcar instalada em nossa cidade é muito importante. O Grupo Pão de Açúcar segue uma filosofia de trabalho muito parecida com a de nosso governo, apoiando projetos de cidadania, incentivando o esporte e respeitando o meio ambiente”, diz o prefeito de Indaiatuba e presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas, José Onério da Silva.



[s]Publicado por Deborah Dubner no site http://www.itu.com.br[/s]
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